Finance

O poder da mobilidade nos serviços financeiros

Em 2020 a Febraban, em parceria com a Deloitte, produziu a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, que mostrou dados muito interessantes sobre como a mobilidade tem transformado os serviços financeiros.

Neste último ano, o mercado bancário brasileiro investiu R$ 24,6 bilhões em ATM (66%), software (59%), ambiente distribuído e mainframe (35%). Todo este montante comprova que a transformação digital no setor está a todo vapor. O objetivo é oferecer melhores experiências para os clientes, novos modelos de atendimento e mais mobilidade.

Sobre este último item, desde a versão anterior da pesquisa, lançada em 2019, o mobile banking no Brasil teve um crescimento de 19%, aumentando 41% apenas em transações financeiras pela internet.

Mas esta tendência não é exclusivamente brasileira. De acordo com esta publicação da DataProt, empresa especializada em proteção de dados e segurança cibernética, 

em 2021 haverá cerca de 7 bilhões de usuários móveis em todo o mundo. 

Mas por que estes números são tão altos? De que forma a mobilidade bancária vem transformando os serviços financeiros? Acompanhe o post e descubra!

A importância da mobilidade nos serviços financeiros

Ótima experiência do cliente, facilidade de operações e segurança robusta serão as palavras de ordem do banco móvel. Os bancos precisam estar onde estão seus clientes. Com a maioria dos clientes conectados às mídias sociais, as soluções bancárias baseadas nas mídias sociais estão rapidamente se tornando o novo normal.

Toda esta mudança começou a partir do momento em que compromissos e acessos começaram a ser feitos via dispositivos móveis e em tempo real. Oferecer serviços via mobile tornou-se uma obrigação. 

Esta transformação digital móvel foi ainda mais disruptiva no mercado bancário. Bancos tradicionais viram sua performance e supremacia impactadas de tal forma por pequenas empresas digitais e fintechs que tiveram de agir com inovação e tecnologia o mais rápido possível.

Os negócios, que antes eram feitos presencialmente em agências e lojas físicas, foram transformados em sites e aplicativos avançados que permitem que os clientes executem as movimentações e transações financeiras do próprio smartphone.

Mas é claro que as mudanças não pararam com o simples uso de software. Para acompanhar a concorrência, que oferece serviços financeiros personalizados, globais, ágeis e com segurança robusta, surgiu a necessidade de investir em tecnologias emergentes como Big Data e Inteligência Artificial. 

Em outras palavras, todo o investimento em mobilidade, no mercado bancário ou em qualquer outro, foi iniciado a partir, principalmente, de um fator: novas experiências digitais dos clientes. E, desde então, este tem sido o foco principal de toda estratégia de transformação digital móvel.

A seguir falaremos um pouco mais sobre a importância da user experience e user interface na digitalização do mercado bancário

A importância da UX e UI quando o foco é o cliente

UX e UI, que em português significam experiência do usuário e interface do usuário, são estratégias essenciais para quem oferece serviços digitais. Ambas são complementares.

A user experience tem a ver com a forma como o cliente interage com o seu produto ou serviço a partir dos elementos disponibilizados e como ele se sente no momento em que está em contato com as plataformas da empresa. Quanto mais intuitiva e visualmente agradável for a forma de navegar em um site ou aplicativo, melhor terá sido o desempenho do UX.

Já a user interface está relacionada aos diferentes elementos que compõem o aplicativo ou site. Isto é, são os diversos botões, textos, cores, controles deslizantes e clicáveis que o usuário precisa interagir durante a navegação. 

Conforme ocorre a transformação digital nos serviços financeiros focada naquilo que os clientes querem e precisam, o UX e UI tornam-se mais fundamentais a cada dia. 

Isso porque, se o contato principal dos clientes com a marca acontece de forma digital, esta prestação de serviços obrigatoriamente tem que ser perfeita. E qualquer site pouco responsivo ou aplicativo difícil de navegar e poluído visualmente poderão ser trocados por outros de melhor design

A pesquisa Panorama do uso de apps no Brasil mostra um dado que exemplifica bem a importância de um bom UX e UI. Segundo o levantamento, o aplicativo da Nubank, em apenas 6 meses, saltou da 18ª para a 12ª posição, aumentando sua presença na tela inicial de 5% para 8% dos smartphones nacionais. Pela primeira vez, o Nubank superou nesse ranking dois gigantes do mercado bancário brasileiro: Bradesco e Itaú.

Este dado evidencia que a fintech brasileira, fundada em 2013, passou na frente de grandes nomes do mercado bancário em menos de 7 anos de vida, porque soube criar uma plataforma minimalista e intuitiva adequada ao seu público-alvo.  

Mas, assim como oferecer uma boa experiência do cliente, que outros fatores são importantes de serem analisados antes de iniciar uma estratégia mobile? 

O que é preciso considerar ao desenvolver uma estratégia mobile?

Apesar da mobilidade ser a catalisadora da transformação digital do mercado bancário, este não é um processo simples e rápido de ser feito. Para quem quer iniciar uma estratégia mobile na própria empresa de serviços financeiros, uma série de análises deve ser feita antes da tomada de decisão.

  • A produtividade dos funcionários vai melhorar? De que forma? 
  • Como isso vai aumentar a satisfação do cliente?
  • Que tipo de aplicativo móvel é o ideal para seu negócio? Como ele poderá melhorar a produtividade dos serviços financeiros e, portanto, o retorno sobre os investimentos?
  • Os dados financeiros, que são altamente confidenciais e sensíveis, estão protegidos com as mais modernas e eficientes soluções de segurança cibernética?

Como este post mostrou, investir em tecnologia mobile tornou-se obrigação para quem quer se manter competitivo no mercado bancário. E você não vai ficar de fora, não é? 

Entenda como a GR1D Finance pode ajudá-lo a deixar a tomada de decisão mais simples.