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O crescente impacto do empreendedorismo no mercado nacional

Se tem uma palavra que fez parte da realidade do cotidiano das empresas no Brasil durante o ano de 2020, essa palavra foi: mudança. Em meio aos inúmeros desafios vivenciados, alterar a rota foi necessário para que essas empresas pudessem seguir no mercado. 

A capacidade de inovar presente no empreendedorismo das novas empresas parece ter chamado a atenção dos stakeholders. Estudos recentes demonstram que as jovens empresas estão recebendo investimentos em patamares nunca antes vistos. 

Neste post você irá conferir estudos realizados por grandes players do mercado, que ressaltam principalmente a crescente confiança que vem sendo depositada nos novos empreendedores. 

A análise aqui apresentada foi baseada no compilado de informações divulgado pelo Mailchimp, em seu post: A hora e a vez do empreendedor. 

Panorama brasileiro

O ano de 2020 foi extremamente desafiador para todo o mercado corporativo. Embora os sinais demonstrem expectativas de melhoria no ano de 2021, a realidade econômica ainda é longe da almejada pelos investidores. 

Um fenômeno interessante chama bastante a atenção se analisado a fundo. Os desafios da pandemia parecem ter sido, de certa forma, positivos para os novos empreendedores. Tenha em mente negócios como as fintechs, por exemplo. 

Um estudo realizado pelo Sebrae observou que o impacto financeiro para as startups foi bem menor do que para as empresas convencionais. O motivo é o fato de serem empresas com o “DNA da inovação”. 

Os modelos disruptivos de negócio parecem ter chamado a atenção dos investidores. Pela primeira vez na história, o volume de aplicações em Venture Capital (VC) superou o de Private Equity (PE) no Brasil. 

Esses aportes tratam de fundos de investimento que são realizados por grandes investidores que acreditam no potencial de médio/longo prazo das empresas beneficiadas. 

As aplicações em Venture Capital, que se referem ao investimento em mercados emergentes, foram realizadas em 200 empresas e o valor correspondeu a R$14,6 bilhões. 

Já o mercado de Private Equity, onde encontram-se as empresas já consolidadas, um aporte de R$9 bilhões foi realizado em 55 empresas.

Esse e outros estudos podem ser encontrados no acervo de materiais da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP).

Novas oportunidades de negócio

Embora os investimentos em VC tenham tido uma queda no último trimestre de 2020, as empresas que mais se fortaleceram nesse período são exatamente as fintechs, o seleto grupo de empresas que desenvolvem soluções inovadoras para o mercado financeiro

O estudo que apresenta as informações é denominado Venture Pulse Q4 2020 e foi realizado pela KPMG Private Enterprise

O sócio-líder da KPMG, Roberto Haddad, ressalta o impacto das fintechs no mercado e observa nos números um grande potencial de crescimento nos próximos anos. 

O especialista diz que: "Os fundos procuram empresas com potencial de crescer; gente que consegue visualizar o futuro, quais são os espaços em branco do mercado. Esse foi o caso do Nubank anos atrás, tem a ver com o potencial [do negócio]”.

Os Unicórnios brasileiros

Haddad segue sua análise, demonstrando que a quantidade crescente de unicórnios brasileiros (empresas com valor de mercado superior a U$ 1 bilhão) é um reflexo direto do grande potencial desse mercado emergente. 

Para o especialista, os investidores estão enxergando o grande potencial dos negócios que focam suas estratégias nos meios digitais, afinal, os impactos da transformação digital são vistos hoje como uma tendência inquestionável. 

Outras empresas que se destacam pelo empreendedorismo também são grandes promessas para adentrarem o seleto grupo de bilionários do mercado no ano de 2021, entre elas destacam-se a Conta Azul, Neon e Olist

O Brasil é de longe o primeiro lugar da América do Sul em número de novos empreendedores bilionários. Esse grupo é composto pelas unidades nacionais de: 99, Nubank, Movile, Gympass, Loggi, Quinto Andar, Ebanx, Wildlife, Loft, VTEX e Creditas.

O DNA empreendedor 

Roberto Haddad cita alguns pontos em comum entre esses novos empreendedores e justifica essas características como sendo as principais incentivadoras pela crescente dos investimentos em fundos. 

Além da capacidade inata de lidar com momentos de crise, o empreendedorismo dessas empresas se destaca por: 

  • DNA escalável: A capacidade da empresa de se modificar; 
  • Inovação: Sair do senso comum, criando soluções inovadoras;
  • Tecnologia: Visão tecnológica abrangente, com a adoção de ferramentas inovadoras. 

O mercado funciona de forma cíclica: as empresas que superarem todos os níveis de maturidade e se consolidarem se tornarão as novas grandes empresas convencionais, lançando o IPO, e seguirão como referência de mercado. 

Novos empreendedores surgirão com soluções inovadoras e visão de futuro, reiniciando esse processo de crescimento no mercado. Esse conceito fundamental é o que rege as leis de mercado, não apenas no Brasil, mas em todo globo. 

GR1D, um ano! 

Esse entusiasmo constante para criar o novo e fazer da transformação digital as bases do sucesso guiam a GR1D em sua trajetória no mercado, trazendo soluções disruptivas para o ecossistema de seguros e soluções financeiras. 

E é com grande satisfação que a GR1D celebra neste início de 2021 o seu primeiro ano de história

Com o objetivo de revolucionar o ecossistema de serviços digitais destinados ao mercado financeiro e de seguros, a GR1D se encontra hoje com uma maior maturidade no mercado e se vê preparada para enfrentar os novos desafios que surgirão nos próximos tempos. 

É por isso que a GR1D te convida para que também mantenha a sua chama empreendedora acesa. Siga acompanhando o blog para ficar por dentro das novidades referentes aos modelos de negócio modernos que seguirão moldando o futuro comercial.