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Ecossistema de seguros: estratégias para vencer o pós-pandemia

Há dois anos, a transformação digital pela qual todo o ecossistema de seguros começava a viver dava esperança de um ressurgimento do setor. O fato é que esta nova visão, somada ao otimismo em relação ao crescimento econômico mundial da época, apontavam para um futuro muito promissor.

No entanto, a 23ª Pesquisa Anual Global de CEOs da PwC, elaborada em 2020, mostra que a realidade atual é um pouco diferente. Segundo o relatório, mais da metade dos CEOs entrevistados acredita que a taxa de crescimento do PIB global diminuirá. 

Além disso, esta visão mais pessimista se traduziu em menor confiança dos executivos nas perspectivas da própria organização. Apenas 27% deles estão "muito confiantes" no crescimento da receita em 2020, um nível que desde 2009 não era visto.

Em meio a este cenário, o ecossistema de seguros sabe que terá que enfrentar desafios, mas está confiante da sua capacidade de passar por todos eles e sair ainda mais forte. 

Neste post, vamos apresentar as tendências apontadas pela PwC no pós-pandemia que devem ser consideradas pelas empresas da indústria de seguros como estratégias para vencer a crise do coronavírus. Acompanhe a leitura!

Quais tendências podem ajudar o ecossistema de seguros?

De acordo com a pesquisa da PwC, o crescimento econômico global desacelerou e tanto os enormes ganhos de produtividade prometidos pela 4ª Revolução Industrial quanto os benefícios do uso de tecnologia ainda não se materializaram.

Além disso, como dissemos na introdução, existem alguns outros desafios que acabam influenciando este pessimismo que o mercado mundial vem enfrentando. Dentre os problemas que preocupam os CEOs do ecossistema de seguros, podemos citar:

Excesso de regulamentação (54%) 

Ameaça cibernética (45%)

Velocidade da mudança nas tecnologias (39%)

Incerteza política (35%)

Crescimento econômico incerto (34%)

É claro que alguns desses desafios estão fora da alçada dos líderes da indústria de seguros, mas algumas tendências podem ser consideradas como estratégia para sobreviver a esta crise pós-pandemia. Confira a seguir:

Disrupção e capacitação profissional

Passar pela transformação digital exige não apenas o uso de tecnologias emergentes adequadas, mas também conhecimento e experiência de profissionais. Existe uma crescente demanda por habilidades digitais, técnicas e sociais que não são preenchidas pelo mercado de trabalho atual. 

Apesar de 18% dos CEOs responderem que estão ativos na busca por um programa de qualificação, a maioria deles concorda que treinamento e aprimoramento são as melhores maneiras de fechar o gargalo atual de habilidades. 

Mas como incentivar os funcionários e mantê-los no quadro da empresa posteriomente? Primeiro, é necessário inserir uma cultura de aprendizagem no cotidiano da empresa e investir e ajudar os colaboradores a desenvolverem continuamente suas habilidades. 

Porém isso não significa apenas treinar as pessoas no que a empresa decide ser importante para elas. Pelo menos uma parte da agenda de aprendizagem deve se basear no que o indivíduo escolhe aprender. O papel da empresa é desafiar e desenvolver continuamente seu pessoal, começando pelo topo. 

Experiência do consumidor

A transformação digital não tem impactado apenas as indústrias ao redor do mundo, mas também a sociedade como um todo. E isso quer dizer que o comportamento dos clientes em relação à experiência de consumo sofreu mudanças e está cada dia mais exigente.

O modo como o ecossistema de seguros sempre funcionou deve ser deixado para trás. Os produtos e serviços prestados pelas seguradoras devem ser personalizados e sob demanda. Além disso, toda a prestação de serviços deve ser ágil, intuitiva e rápida para trabalhar de acordo com o que o público-alvo, digitalizado, espera. 

Automação inteligente

A automação inteligente é outra das principais tendências de investimento para superar a crise. Em média, 42% dos CEOs do ecossistema de seguros estão investindo em automação inteligente, incluindo RPA, ou, em português, automação robótica de processos. Além disso, 17% deles também investem em automação de marketing.

No entanto, automatizar tarefas do dia a dia corporativo exige o uso de tecnologia. E, neste caso, voltamos à primeira tendência novamente. A automação é uma grande estratégia para quem busca redução de custos, produtividade, agilidade e outras inúmeras vantagens. Porém é necessário investir também no desenvolvimento digital dos colaboradores para que eles possam continuar prestando serviços à empresa.

Conscientização dos fatores ambientais, sociais e de governança

Segundo a pesquisa da PwC, estima-se que a temperatura média da superfície da Terra está 1°C acima do que era no mundo pré-industrial e a tendência é subir cerca de 0,2°C por década. Os eventos climáticos estão mais extremos e frequentes, os padrões de chuvas já sofreram alterações, assim como muitos ecossistemas. 

Quando questionados sobre sua preocupação em relação às mudanças climáticas, 24% dos CEOs responderam que estão "extremamente preocupados". Este número mostra um aumento de 25% em comparação com 2019. No entanto, de acordo com a própria PwC, as iniciativas de redução de carbono e energia estão estagnadas desde 2015. 

Também em comparação com dez anos atrás, os CEOs de hoje são muito mais propensos a ver os benefícios de se tornar "verde". Entre as vantagens encontradas, eles citaram melhora na reputação da marca, criação de novos produtos e oportunidades de serviço e incentivos governamentais ou financeiros.

O fato é que, apesar de o processo de mudança climática ser de longo prazo, os consumidores mais jovens e trabalhadores do futuro estão se tornando mais impacientes e aumentando suas ações para que as empresas tomem atitudes. Ou seja, a tendência da proteção do meio ambiente e da sustentabilidade deve ser levada a sério como estratégia futura. 

O papel da GR1D Insurance na transformação digital dos seguros

A GR1D Insurance criou o primeiro marketplace de APIs para o ecossistema de seguros do Brasil. Por meio de uma plataforma, a empresa disponibiliza soluções digitais para que qualquer empresa dos mercados de seguros ou financeiro integre-as em seus sistemas e comece a transformação digital de maneira fácil, segura e inovadora.

Dentre o portfólio de APIs disponíveis no marketplace, estão aplicações para captura de imagem, venda de assistências, previdência e seguros, validação de dados, emissão de nota fiscal e enriquecimento de dados. Além disso, o desenvolvedor ainda recebe toda a documentação atualizada, espaço sandbox para testes e suporte.    

A transformação digital do ecossistema de seguros deixou de ser uma escolha e se tornou estratégia de sobrevivência. A GR1D Insurance sabe que para enfrentar a crise atual de frente é preciso ser inovador. E apostar nas APIs do marketplace é a melhor forma de digitalizar os sistemas e passar na frente da concorrência.

Entre em contato com a GR1D e conheça melhor o marketplace de APIs!